Festival

Atividades Formativas

A fim de incentivar a troca de experiencias e a formação contínua dos artístas, o 2º FestFIM irá ter em sua programação 14 Atividades Formativas que foram divididas entre Aulas e Bate Papos/Demostrações de Técnica. As aulas acontecerão pela plataforma Zoom e necessitam de ficha de inscrição, as demais atividades serão transmitidas no Instagram e YouTube.

A palavra na boca da atriz e do ator

— por Juliana Calligaris

Data: 29/03, 31/03 e 01/04

Horário: 10h às 12h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Instrumentalizar a(o) atriz/ator (seja iniciante ou experiente) para compreender as pulsações, os ritmos corporais, as contrações, as vibrações e as contradições que a palavra falada ou calada causam dentro e fora da(o) intérprete e em sua platéia. Um processo autêntico, individual e pessoal de criação com sentido e foco no trabalho da atriz e do ator, pode auxiliar a compreender que nos é permitido ter autonomia para libertar-nos de supostas regrais usuais que reduzem nosso corpo apenas à simples condição de um porta-voz inexpressivo.


Currículo do artista/grupo: Atriz, professora e pesquisadora teatral desde 1991. Também atua como diretora, orientadora e dramaturga. É doutoranda em Artes da Cena pela UNICAMP. Bacharelado em Artes Cênicas pela UNICAMP. Cursou Licenciatura em Filosofia pela UNICAMP. Mestra em Linguística, Teatro e Semiótica pela Unicamp. Foi jurada dos PROAC´s: Território das Artes (2015), Circulação de Espetáculo Teatral (2016) e Território das Artes (2017) como representante do FLIGSP – Fórum de Cultura e Políticas Públicas em Cultura do Litoral, Interior e Grande São Paulo. Foi orientadora do Programa de Qualificação em Artes da Secretaria de Estado da Cultura/SP em 2006, 2007, 2008 e 2016. Foi artista orientadora do Programa Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em 2012. Dirige o espetáculo infantil “Ana Luz” de Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues da Cia da Casa Amarela, de Catanduva. Atua em “Mármores” com texto de direção de Paloma Dourado com Cia de Teatro Estrada, de Indaiatuba. Com a Cia Apocalíptica de São José do Rio Preto, codirige e orienta a montagem de “Revolução dos Bichos”, adaptação infanto-juvenil da obra de George Orwell. Com a Cia Lázara, de Amparo, atua em “Toda Nude será Castigada”, adaptação da obra de Nelson Rodrigues. Com a Cia Aurora de Americana, dirige “O Decreto de um Pequeno Rei ou Para Fugir das Tristeza, espetáculo infantil. Leciona História do Teatro e Indumentária, Caracterização, Cenário e Maquiagem na Escola de Artes Augusto Boal, de Hortolândia. Leciona o curso “O Teatro e a Estrutura da Consciência – Cultura de Paz”, sobre teatro e protagonismo juvenil no projeto Oficinas Socioculturais de Santa Bárbara D`oeste. Com a Cia Tupinambá de Sumaré/Elias Fausto, atua no infantil “Os Contos da Fada Azul”.Pela Cia Trilhas da Arte, sua companhia, de Campinas, dirige o infanto-juvenil com temática indígena “O Pequeno Senhor do Tempo”, de Raphael Júdice e atua em “Janelas para Uma Mulher”, com roteiro de Juliana Calligaris e direção de Letícia Olivares. Contadora de Histórias com a contação “As Histórias de Guacira – A Menina-Pássaro”, histórias indígenas recolhidas por Câmara Cascudo.

Como iniciar a produção de projetos culturais?

— por Cassiane Tomilhero

Data: 29 e 30/03

Horário: 14h às 16h30

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Oficina de iniciação à elaboração de projetos culturais, voltada especialmente para o público que já desenvolve atividades na área, mas tem pouca experiência na organização e criação de projetos. Nos dois encontros passaremos por atividades teóricas e práticas, com intuito de avançarmos na compreensão de como podemos transformar uma boa ideia em um projeto, seja ele individual ou coletivo.

Poéticas para adiar o fim do mundo

— por Jesser de Souza

Data: 24/03 à 28/03

Horário: 19h às 21h

Ficha de inscrição (até dia 20/03)


Descrição da atividade: A proposta desta atividade formativa é provocar uma reflexão acerca do modo como a humanidade vem se relacionando com a “Vida” em seus aspectos mais objetivos, concretos e cotidianos. Esta reflexão terá como ponto de partida as considerações colocadas pelo líder indígena e ativista ambiental Ailton Krenak em seu livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, no qual critica a ideia de humanidade dissociada da natureza. Entretanto, buscaremos estilhaçar o conceito de natureza, enveredando por questões políticas e sociais que afetam nosso cotidiano. Partindo dessa reflexão, os participantes da atividade serão estimulados a criarem células de encenação ou esboços de cenas de cerca de 5 minutos, que serão gravados em vídeo por eles próprios e exibidas na programação do festival.


Currículo do artista/grupo: Jesser de Souza é ator-pesquisador do LUME desde 1993, iniciou sua carreira no teatro em São José do Rio Preto – SP no início da década de 80. Em São Paulo, ainda nos anos 80, estudou no Teatro-Escola Macunaíma e, em seguida, trabalhou com Antunes Filho, no CPT – Centro de Pesquisa Teatral do SESC e com Carlos Alberto Soffredini, no Núcleo ESTEP – Núcleo de Estética Popular. Em 1990 ingressou no Curso de Artes Cênicas na Unicamp, graduando-se em 1993, em interpretação teatral. Com o LUME, atuou em “Taucoauaa Panhé Mondo Pé” (1993), “Contadores de Estórias” (1995), “Anoné” (1995), “Mixórdia em Marcha-Ré Menor” (1996) e “Afastem-se Vacas que a Vida é Curta” (1997); e continua participando dos espetáculos: “Parada de Rua” (1998), “Café com Queijo” (1999), “Shi-zen, 7 Cuias” (2004), “O que seria de nós sem as coisas que não existem” (2006) e “Os Bem-Intencionados” (2013) e “Kintsugi, 100 memórias (2019). Em 2006, dirigiu, com Raquel Scotti Hirson, o show “Espelho”, do Grupo Anima; dirigiu também o show “Samba Paulista, Sim, Senhor”, do Núcleo de Samba Cupinzeiro. No teatro, dirigiu “Donzela Guerreira”, da Cia. MunduRodá e o infantil “Jú...?”, do Grupo Água Viva. Além das atividades artísticas, de ensino e de pesquisa no LUME, foi também professor-colaborador convidado da Teaterhøjskolen Rødkilde, na Dinamarca, de 2013 a 2016.

Workshop online de fotografia como Arte para celular

— por Jonas Golfeto - Aleph Cinema e Outras Artes

Data: 30/03 à 04/04

Horário: 9h às 10h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Workshop gratuito de fotografia como arte com prática de experimentação fotográfica ao ar livre. Público alvo: 30 pessoas no máximo VIA LIVE ONLINE, a partir de 18 anos.


Currículo do artista/grupo: Produzo e dirijo projetos de cinema e projetos de artes cênicas, além de escrever roteiros e peças teatrais. Nas artes visuais realizo pesquisas, crio obras e ministro aulas no campo da fotografia. Gosto de reunir linguagens distintas por meio de projetos artísticos, porque me apaixo pelo universo de possibilidades de idéias que podem ser construídas em obras de arte com linguagens híbridas. Sou um artista com habilidades narrativas, audiovisuais e plásticas. Diretor artístico da Aleph Cinema e Outras Artes 2003. Integrante do Grupo Fora do Sério como diretor de peça teatral “ferramentas da casa quebrada”. AÇÕES EDUCATIVAS - Atualmente professor de fotografia na Duda Ometto galeria Atualmente professor de fotografia da Escola Immaginare de 2013-2016 Artista Orientador no Projeto Adhemar Guerra – Secretaria de Estado da Cultura -SP – 2011 Artista Orientador no Programa Vocacional – Prefeitura Municipal de São Paulo – 2007-2011. FORMAÇÃO ACADÊMICA Curso Superior Fotografia SENAC - 2020 Cursou Letras Português da USP São Paulo 1995-1996. FOTOGRAFIA - Exposição online Série fotográfica – Notícias Frescas sobre Capa Antiga - 2020 Série Fotográfica - O Sonho viaja de bonde - 2016-2017 Exposição Fotográfica Street – Biblioteca Padre Euclides – 2015 – Ribeirão Preto Exposição fotográfica - Síndrome do Petróleo – Armazém da Baixada – Ribeirão Preto - 2016 Exposição Palácios Cariados - Ribeirão Preto SP - Realizada ao ar livre no calçadão da cidade com patrocínio do PROAC da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo - 2017. CINEMA Dirigido e escrito a cerca de 35mm REPVBLICA (2003) - São Paulo - SP. GANHADOR DO PRÊMIO ESTÍMULO DE CURTAS METRAGENS - 2001. Dirigiu e escreveu o curto documentário “Vigília no meio Fio” (2020 - Original Inédito). GANHADOR DO PRÊMIO ESTÍMULO DE CURTAS METRAGENS -2018. TEATRO Direção da Peça Ferramentas da Casa Quebrada do Grupo Fora da SériO - 2018 Dramaturgo contemplado pelo Proac número 20/2019 para criação do texto teatral “A Forca da Meia Verdade”. Artista-orientador integrante do projeto ADEMAR GUERRA ano de 2011. São Paulo-SP Artista-orientador integrante do projeto VOCACIONAL 2007-2011. São Paulo-SP Integrante da COMPANHIA LES COMMEDIENS TROPICALES de 2007 a 2015. Integrante da COMPANHIA DOS DRAMATURGOS 2006- 2007. Integrante da Companhia do Feijão (2002-2005) Curso de Preparação do Ator da CPT-SP (Centro de Pesquisa Teatral) coordenado por Antunes Filho (março a outubro de 2001.)

Projeto Valor: Outras Operações

— por Laura Salerno e Clarissa Sacchelli

Data: 31/03 à 01/04

Horário: 15h às 16h30

Ficha de inscrição
25 Vagas - A oficina será ministrada via app Zoom


Descrição da atividade: Diante da atual pandemia que torna evidente a precariedade e a desvalorização social do trabalho artístico, somados aos recorrentes ataques às instituições e estruturas culturais no Brasil, faz-se necessário discutir, aprofundar e articular como as questões do valor são exploradas nas artes, investigando práticas de produção e labor artístico, e suas relações com o capital e com as noções de troca.

Se a produção de valor na arte não está diretamente (ou necessariamente) relacionada com a produção de um bem material, ou ainda, com entendimentos convencionais de trabalho, como a arte rende valor via circulação de ideias, imagens, afetos? O que faz algo valioso? E se o que é valorado não é um produto, mas sim uma produção? Quais as relações entre valor cultural e valor econômico? Como e por que as pessoas valorizam as artes performáticas? E se o que é valorado não é um objeto, mas sim um acontecimento? Como as artes da cena e da performance arquitetam outras ecologias de valor que não as dominantes?

PROJETO VALOR: OUTRAS OPERAÇÕES se organiza como um minicurso no qual serão expostas e discutidas referências teóricas e práticas, é um convite à discussão e articulação destas questões por todas as pessoas presentes.


Currículo do artista/grupo: CLARISSA SACCHELLI é artista que trabalha com e a partir da dança. Desenvolve seus projetos movendo-se entre peças coreográficas, performances e ações formativas, enquanto também trabalha em colaboração com outros artistas.

LAURA SALERNO é artista multimídia com experiências transversais no setor cultural e artístico. Sua trajetória híbrida como criadora, produtora e técnica de luz caracteriza diferentes entendimentos da cadeia produtiva da cultura. GANHAPÃO é uma estrutura de e para trabalho em criação pelas duas artistas que têm o interesse na discussão sobre modos de produção.

Processos de Criação de Performances em Vídeo

— por Amanda Stahl

Data: 30/03 e 02/04

Horário: 10h às 12h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Em tempos de isolamento social, emergências poéticas pulsam dentro de nós e o processo criativo pode ser difícil, solitário e caótico. Esta oficina objetiva o processo de criação de performances, em que o participante, através do vídeo, poderá abrir novos espaços em sua atuação e possibilidades diferentes de interação com o vídeo. A condução da oficina será realizada através de instigações a partir de elementos visuais, sonoros e textuais, que pretendem orientar os participantes através de práticas sensíveis. A ideia é estabelecer um território através de suas materialidades, tendo como instrumento o corpo e uma câmera.


Currículo do artista/grupo: Amanda Stahl é atriz, diretora e arte-educadora. Mestranda em Artes da Cena pela UNICAMP (Campinas, 2020-2022) pesquisa a gestualidade e o gestus do teatro épico brechtiano. Licenciada em Teatro pela UNESP (São Paulo, 2017), formada em Direção Teatral pela SP Escola de Teatro (São Paulo, 2015) e em Artes Dramáticas pelo Conservatório Carlos Gomes (Campinas, 2010). Atua profissionalmente desde 2006, e entre seus principais trabalhos se destacam: A direção da peça Requiem, contemplada pelo PROAC LGBT, da Companhia Façamos Assim (São Bernardo do Campo, 2016); direção e performance dos espetáculos Fórceps e Líquido, junto da Reversa Companhia de Teatro (Indaiatuba, 2020), aprovados na V Mostra de Artes Cênicas de Indaiatuba; curadoria e performance do projeto online Existe Amor na Quarentena (2020); direção e performance dos mini-espetáculos Um Sinal do Universo e Poetizando com Fernando Pessoa, contemplados pelo 1o Pocket Cultural (Indaiatuba, 2020); direção no projeto [IN]Cômodos, junto da Companhia Arte-Móvel (Santa Bárbara D’Oeste,2020) e performance no espetáculo Essa Mensagem foi Apagada, da Reversa Companhia de Teatro (Indaiatuba, 2020-2021), contemplado pelo edital da Lei Aldir Blanc de Indaiatuba. Atualmente está dirigindo a peça B( )NECA RUSSA.doc, da Companhia Façamos Assim (São Bernardo do Campo), contemplada pelo PROAC Primeiras Obras de Teatro.

Oficina Drag Acrobática Circense

— por Daniela Peixoto de Barros - Cia Circo Soul

Data: 02/04

Horário: 14h às 17h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: A Oficina Drag Acrobática Circense tem o propósito de abrir espaço para uma montação drag engajada em uma atividade acrobática circense. A oficina será realizada pela proponente Dani Barros através de seu personagem Allan King, que é um Drag King Queer. A oficina será dividida em 03 etapas Etapa 01 - Breve apresentação da proposta Etapa 02 - Montação Drag Acrobática Circense O objetivo desta segunda etapa é compartilhar dicas entre drags já iniciados e experientes, visando também oferecer a oportunidade, para quem tem interesse em iniciar uma montação, poder conhecer outres drags e ter um espaço de trocas e aprendizado, e, para quem tiver interesse e curiosidade em simplesmente acompanhar como é feita uma montação Drag, e poder bater um papo com as Drag Queen, Drag King, e/ou, Drag Queer presentes que também estarão se montando. A mediação do bate papo durante a montação será feita por Dani Barros, que também estará se montando para se transformar em Allan King. Etapa 03 - Ativação do Corpo Acrobático Circense Depois de todes montades, Dani Barros/Allan King irá propor exercícios usados para preparar e aquecer o corpo para uma atividade acrobática circense finalizando a oficina guiando uma breve performance coletiva.


Currículo do artista/grupo: Dani Barros é artista multidisciplinar, possui o circo como sua essência primária, e transita entre as artes performáticas drag king, dança, música, teatro e acrobacias, seguindo simultaneamente com sua carreira de modelo. Atualmente é diretora, produtora, professora e artista pela Cia Circo Soul, e também realiza trabalhos parcerias com outras escolas e companhias circenses. Iniciou sua trajetória artística na infância, através da dança, da música e como atleta de ginástica artística. Em seguida, no ano de 2004 iniciou os trabalhos como modelo e em 2006 foi convidada a trabalhar em Paris, onde começou sua carreira internacional. Já realizou desfiles na Fashion Week em São Paulo, Buenos Aires, Paris, Milão e Lisboa e trabalhou com desfiles e publicidade de marcas como Lanvin, Emanuel Ungaro, Kenzo, Yves Saint Laurent, Garnier Nutrisse, Chilli Beans, C&A, Thais Gusmão, entre outras. A partir de 2011 mergulha profundamente nas artes circenses e desde então dedica-se a criar, coreografar, produzir, dirigir e atuar em performances artísticas, seja em números, intervenções, ou espetáculos como “Entre Nós e os Ares”, “Allan através do Espelho”, “Catarse”, entre outros. Também é drag king, pesquisadora e professora circense e realiza trabalhos como parecerista, e de avaliação artística-cultural. Como artista já participou de espetáculos circenses como “Nós não andamos sós”, direção de Rodrigo Matheus, “Somos” e “Building” com direção de Adilso Machado, “Móbile” da Cia K. direção de Kiko Caldas, "Noite Burlesca", entre outros. É Bacharel em Ciências Contábeis e Educação Física e, na Área do Circo sua formação contou com professores e mestres nacionais como Carlos Sugawara, Bel Mucci, Érica Stoppel, Paulo Maeda, William Kreff, Marcelo Lujan, Dani Rocha, Lu Lopes, Luis Louis, Pedro Mello, entre o., e internacionais como Paper Doll Militia, Solano Cassamajor, Jamie-Lee, Janchivdorj Boldo e Saaina, Scott Craig, entre o. Também foi bolsista do GFORC (Grupo de Formação em Circo do Circocan - premiado pelo Funarte Formação 2015) nos anos de 2016 e 2017. E realizou o curso de formação para professores "Aerial Edge Teacher Training - Acrobatic Fundamentals I", na escola Aerial Edge em Glasgow, na Escócia, 2017/2018.

Oficina de Tirinhas no Clip STUDIO Paint

— por Wesley Sebastião Estácio - Capivara LABS

Data: 03/04

Horário: 15h às 17h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Nessa oficina, eu vou guiar os alunos numa aula prática de concepção, montagem e finalização de tirinhas, utilizando de maneira bem simples e didática o software Clip STUDIO PAINT, um dos mais avançados programas de ilustração do mundo. Durante os módulos, eu trilho junto com os interessados através de diversos exemplos e regras de ouro, o passo a passo para montar uma pequena e divertida história de 3 quadros. Vamos salientar os seguintes temas dentro da oficina:
- História e conceituação das tirinhas através dos tempos.
- Noções básicas e regras de ouro para criação de suas próprias web tiras.
- Construção passo a passo dentro do software Clip STUDIO Paint.
- Dicas e truques para acelerar o processo de ilustração de sua tirinha.
- Finalização, exportação e postagem nas redes sociais e/ou impressão.


Currículo do artista/grupo: Ilustrador autodidata desde os 5 anos de idade e com mais de 20 anos de experiência, formado em Artes Plásticas e em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário de Rio Preto - UNIRP. Participante ativo de concursos artísticos e congressos como: CONIC - SEMESP (com 3 artigos escritos e apresentados), o INTERCOM - Sudeste (com a qual obtive o 2o lugar na categoria Charge/ Ilustração no ano de 2013 e 2o lugar na categoria História em Quadrinhos, na edição de 2018) e o Fest’Up, evento de publicidade realizado todo ano, em São Paulo, além de participações nas maiores feiras de quadrinhos do país, como a CCXP - Comic Con Experience, FIQ - Festival Internacional de Belo Horizonte e Bienal de Curitiba - antiga GIBICON. Trabalhando em diversos eventos de cultura Pop pelo país e participei de exposições, simpósios e bienais de arte - trabalhos realizados com muito profissionalismo e versatilidade. Apaixonado por livros, histórias em quadrinhos e líder do coletivo de artistas independentes Capivara LABS, um entusiasta e amante dos incapazes e que viu uma excelente oportunidade de ajudar os animais em situação de risco de São José do Rio Preto. Atualmente trabalhando numa série de tiras intitulado T’Challa, Laurinha e Baunilha - Baseado em GATOS REAIS, cujo objetivo é alertar para a importância da adoção de animais abandonados, seus cuidados e deveres para com eles. A venda das cópias físicas será destinada às ONG’s que cuidam dos animais abandonados.

Oficina de malabarismo com objetos cotidianos

— por Painé Santamaria

Data: 30/03

Horário: 13h30 às 16h30

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Esta oficina traz a possibilidade de entender cada objeto para poder ser manipulado no universo malabarístico. No cotidiano convivemos com diversos objetos, podemos entender quais as características desses objetos para manipula-los e realizar números de virtuose com objetos não convencionais. As técnicas malabarísticas nos permitem, entendendo cada objeto em sua singularidade. O objetivo da oficina é dar as ferramentas para enxergar os objetos como um universo de possibilidades. A oficina é dividida em três etapas.
- Reconhecimento dos objetos apresentados (peso, tamanho, equilíbrio e outras características)
- Conhecimento básico da técnica malabarismo e suas multiplex possibilidades.
Segundo encontro:
- Exercícios de pesquisa grupal e combinação de objetos.


Currículo do artista/grupo: Painé Santamaria. Malabarista, Palhaça e Musicista Argentina, atualmente situada em São Paulo, Brasil. Desenvolve trabalhos e pesquisas sobre a arte circense há 16 anos, com especialização em malabarismo contemporâneo e espetáculos de rua. Já realizou apresentações em 12 países entre Latinoamérica e Europa, participando de diversos Festivais, Convenções Circenses e Projetos Sociais, se nutrindo do trabalho grupal e também se desafiando ao espetáculo solo. Se destaca na sua formação malabarística, Especialização em malabarismo e antipodismo. Escola Nacional de Circo de Rio de Janeiro. BR (2013). Começou sua trilha no malabarismo no ano 2003 em Buenos Aires, Argentina. Realizou diversos cursos de diferentes técnicas de malabarismo com mestres como Pablo Brum (AR), Pablo Perasso Pico (AR), Tomy Soko (AR), Sebastian Rojo (AR), Gabriela Rojo (AR), Carlos Muñoz (CH), Wes Peden (USA), Emerson Noise (BR), Pirajá (BR). Estudou diversas técnicas na comicidade e cena que, em combinação com o malabarismo, permitem transcender o universo técnico para levar emoções ao palco. Ministra desde 2010 oficinas de malabarismo “swing, antispin e manipulação de claves” e "malabarismo para todes". Co-Fundadora e artista do trio malabarístico de pesquisa "La caída". Forma parte desde 2012 do Sopa Paraguaya Crew, grupo que organiza a Convenção Nacional de Circo de Paraguay. Criou seu primeiro solo-feminino de Rua "Figaza Show" em 2013, espetáculo de palhaçaria, malabarismo e globoflexia. Co-fundadora e Artista na companhia “Las Martas”. Cia. de circo feminina Latino-Americana que mistura malabarismo, musica e humor. Desde 2014 Co-produtora das Variétés Ninguna Costilla em São Paulo - espetáculos sempre com diferentes convidades que trabalham o universo feminino. Com edições em Argentina e Brasil. Interpreta os números "Stress" solo de malabarismo que trabalha a opressão feminina. Dirigido por Tassio Folli. E o solo "Andrea", pesquisa de música misturado com malabarismo não convencional. Dirigido por “The Pambazos Bros”. Em 2019 cria seu segundo espetáculo solo-feminino "A Louca das Frutas" malabarismo e equilibrismo do universo frutal.

O teatro Negro em São Paulo - Dramaturgia e memória

— por Jessica Nasciment

Data: 04/04

Horário: 10h às 12h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Objetiva-se nesta atividade formativa compartilhar um estudo sobre dramaturgia de autoria negra na cidade de São Paulo. Como eixo temático, a pesquisa aborda o drama negro como fonte histórica para investigação da cidade. Com o estudo de peças teatrais têm se verificado dinâmicas territoriais que revelam ‘modos de existência, estruturas de sentimentos, produções, comunicações e memórias’ da população negra por meio do teatro. Este estudo partiu de dramaturgias escritas entre os anos de 2003 e 2018 por dramaturgas, dramaturgos e dramaturgues negros, atuantes em Cias de Teatro, coletivos culturais, escolas de formação artística e com ligação com o movimento de literatura negra. A singularidade e a aproximação entre estes textos teatrais está em ‘tomar como signo de representação e projeção, a cor, fenótipo, experiência, memória e lugar do sujeito negro’. A pesquisa da atriz e historiadora Jéssica Nascimento,está em desenvolvimento no programa de mestrado em História social da PUC-SP. A oficina/atividade formativa tem duração de 2hs e meia, em formato expositivo - com roda de partilha.


Currículo do artista/grupo: Mestranda do Departamento de História Social da PUC-SP. Pesquisa Dramaturgia e Teatro Negro, sob orientação de Amailton Magno de Azevedo. É bacharel em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC–SP (2017), e atriz formada pela Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo (EAD). Possui extensão universitária em Estudos Africanos e Aspectos da Cultura e do Negro no Brasil (2018), pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH). Entre 2017 e 2019 trabalhou como orientadora do Programa Vocacional, projeto que integra os programas de formação artística da Secretaria de Cultura de São Paulo, tendo atuado no CEU Navegantes, no Centro Cultural do Grajaú e na Casa de Cultura de Parelheiros na Zona Sul de São Paulo. Como orientadora cultural também atuou entre 2017 e 2018 no Instituto Anchieta Grajaú e na Associação Cultural do Jardim Macedônia. Em especial, tem desenvolvido projetos artistico- pedagógicos com jovens entre 13 e 25 anos. Foi integrante da Cia Lúdicos de Teatro Popular entre 2013 e 2020, onde participou da concepção dos trabalhos A Ciranda do Villa e Mario e as Marias – vencedor do prêmio APCA 2013 – Melhor espetáculo de rua para crianças. Também tem conhecimento em manipulação de teatro de bonecos e pesquisa em teatro de objetos. Como atriz e performer, trabalhou com os diretores: José Fernando Peixoto de Azevedo no espetáculo Nhanhomoirumba – um panfleto-esquiva e Apagamentos, com Isabel Sete em Antígona(s), e com Bete Dorgam no trabalho Ainda Não. Como estagiária atuou como performer na Cia Teatro da Vertigem no espetáculo A última palavra é a penúltima com a direção de Antônio Araújo e Eliana Monteiro. Como escritora, publicou contos no livro Cadernos Negros 42, uma antologia dirigida pelo Coletivo Quilombhoje, uma série de publicações que desde 1978 proporciona visibilidade para a literatura negra no Brasil.

Literatura infantil: um diálogo entre os livros e as infâncias

— por Rodrigo Azevedo e Vanessa Sanches - Sutilezas Poéticas

Data: 02/04

Horário: 14h às 17h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Neste minicurso, propomos um olhar para as produções literárias para a infância e suas potencialidades. O livro ilustrado traz em seu bojo diversas possibilidades e neste sentido, estabeleceremos um diálogo entre os livros e as diversas infâncias! (para todas as idades) tratando de algumas temáticas como: que livros ler para as crianças? Como ler? Como mediar uma boa leitura? Como formar leitores começando pelas crianças bem pequenas? dentre outras questões. Além disso, a proposta tem o objetivo de criar um espaço voltado à formação de leitores e abranger todos os que se interessam pelo assunto. No minicurso, versaremos sobre as narrativas infantis, as produções literárias contemporâneas e também sobre as infinitas materialidades do livro (livro imagem,.livro sanfonado, livro caracol, etc.Um encontro repleto de afeto, memórias e encontros num período tão difícil. Ah, e durante a atividade formativa construiremos juntos um "livro de uma folha só", contando com materiais de reuso (folhas de rascunho, dentre outras), criando assim um registro afetivo durante nosso percurso.


Currículo do artista/grupo: O grupo Sutilezas poéticas surgiu em março de 2020 e o nosso trabalho está pautado em dois pilares: formação literária e curadoria. Com o objetivo de formar leitores de todas as idades, ministramos oficinas, cursos e produzimos conteúdo com este foco: o encontro íntimo com os livros e suas infinitas narrativas. Além disso, temos um trabalho voltado à curadoria de livros para infância (para qualquer idade) por meio de indicações literárias, lives e sutilezas que, a partir dos nossos percursos. Ainda neste sentido, buscamos criar um espaço formativo para os profissionais da educação, famílias e todos os que se interessam por livros, potencializando encontros com a poesia dos livros ilustrados. Nosso grupo é formado por Rodrigo Azevedo e Vanessa Sanches.

Harmonia Abstrata

— por Atelier Edson Raposeiro

Data: 04/04

Horário: 15h às 17h


Descrição da atividade: Descrição da atividade: Será um trabalho feito com tinta à óleo em um painel 60x80cm , onde demonstrarei, com explicação, uma composição abstrata com harmonia de cores em Vermelho .Toda a teoria de uma arte espontânea com inspiração na Arte do Fim do Mundo.


Currículo do artista/grupo: Pintor e Professor de pintura à óleo sobre tela desde 1985. Formação prática com Nelson Raposeiro (pai) e Nadir Moro. Formação teórica com Antônio Euclides Rios (composição e cores). Participações e premiações em diversos salões de arte pelo Brasil e declarado. Maestro de Pintura ̈ pela academia de arte da Itália.

Grafias da Expressão Física: Uma Abordagem Virtual

— por Vinicius Francês

Data: 03/04

Horário: 10h às 12h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Público alvo: artistas do corpo e curiosos sobre o movimento e as atuais possibilidades na atual conjuntura pandêmica. Idade sugerida: a partir de 14 anos Conteúdo: nesta oficina serão abordadas ferramentas de composição em dança, instrumentação visando consciência corporal e proposições de repertórios físicos-coreográficos autorais que amplifiquem a pesquisa singular dos corpos presentes, especialmente voltadas às questões de tempo, espaço, biografia, musicalidade e "documentos" de experiência individual. Para esta atividade, os exercícios são sugeridos levando em conta dois elementos fundamentais do atual momento (do ponto de vista da criação digital e produção para meios virtuais): a relação domiciliar com o corpo e a elaboração em dança que parte da premissa da lente, ou seja, daquele único ponto de vista captado e/ou transmitido por uma câmera posicionada (seja ela por celulares, tablets, computadores, etc).


Currículo do artista/grupo: Artista da dança como coreógrafo, bailarino, produtor, curador convidado e arte educador desde 2008 nas cidades de São Paulo e São José do Rio Preto. É integrante do núcleo artístico da Cia Fragmento, atuador e preparador físico do Núcleo Arcênico, parceiro e coreógrafo em projetos da Robo.Art, colaborador da Cia Para Pessoas Solitárias, grueiro do projeto GRUA e bailarino convidado do Mercearia de Ideias. Dirige projetos da Cia Com-tato (São José do Rio Preto) desde 2010. Trabalha com a Alex Darc Produções desde 2008 como performer, professor, maquiador, coreógrafo e produtor. Trabalhou com a Siameses Cia De dança, Cia de Danças de Diadema, Projeto "Pontilhados" (Grupo Experimental/PE), Projeto Mov’ola, iN SAiO Cia de Arte, Grupo Divinadança, FreelaCia, Cia Vitrine, Núcleo Disparador e Agrupamento Núcleo 2. Foi selecionado, em 2014, pelo projeto Biblioteca do Corpo, participante do Impulstanz e bailarino do espetáculo “Erendira” (Ismael Ivo). Dirigiu a residência artística Mo/Ver da Cia Blick e criou a obra "Encuentro entre bienvenida y no-me-quiere" (Argentina). Foi bailarino convidado do projeto “Corpo, alma, dança” (parceria Alemanha-Brasil). Assistente de direção de “Não há nada aqui” (de Loretta Pelosi). Atuou como jurado em Mapas Culturais do interior de São Paulo, Dança Catanduva, Prêmio Curta de Performances, Clash of Faces e Prêmio Estímulo Nelson Seixas. Ministrou cursos junto às Oficinas Culturais SP e SESC Rio Preto. Foi produtor do FIT Rio Preto e Janeiro Brasileiro da Comédia.

Filosofia, política e arte

— por Shybaka Melo - Grupo Jabá com Jaca

Data: 01/04

Horário: 17h30 às 19h

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: Explicação e conversa sobre algumas emoções e seu olhar na filosofia clássica além, dos principais conceitos da filosofia de Marx e sua implicação para o fazer artístico. O professor (de filosofia e sociologia) e artista Danilo "Shybaka Melo" fará uma explicação e um debate com os envolvidos sobre emoção, arte, filosofia e política, partindo de dois livros clássicos (Os sentidos da paixão, vârios autores e O Capital, Marx). Os participantes megulharão em conceitos tão comumente usados e que parecem banais, como, inveja, amor, política, arte, melancolia, economia, e algumas formas diferentes de se olhar para esses conceitos, em uma live descontraída aberta a participação e dúvidas do público. A filosofia nos cerca a vida, assim como a mitologia, a ciência e a arte. Pouco damos valor para as semelhanças ou diferenças de olhares que cada forma de conhecer e viver o mundo trás. Resgatando os cursos livres realizados por universidades em todo o país o artista leva diálogo a público tanto, para artistas como para a comunidade em geral, evidenciando as conexões e diferenças, oque é um conhecimento científico? Como a filosofia apreende o mundo? A arte é uma forma de conhecimento? As emoções podem ser pensada racionalmente? Essas e muitas outras perguntas são levantadas e apontadas algumas respostas.


Currículo do artista/grupo: Artista e professor, trabalhou em escolas públicas e particulares, desde o ensino básico até o ensino médio, atualmente atua como ator e diretor de teatro, já participou de mais de 45 espetáculos, está em cartaz com Saltimbancos, Homem do princípio ao fim, da Cia Apocalíptica e Buda's do Grupo Jabá com Jaca.

Criação de roteiros para o fim do mundo

— por Fernando Huega

Data: 29/03 à 01/04

Horário: 16h30 às 18h30

Ficha de inscrição


Descrição da atividade: A CRIAÇÃO DE ROTEIROS PARA O FIM DO MUNDO é uma grande oficina de criação de roteiro com a temática (FIM DO MUNDO) e será dividida em 4 aulas de 2 horas.

1- No primeiro encontro - farei minha apresentação, falarei um pouco da minha experiência profissional como professor de roteiro, mangaká (desenhista de mangá) no mercado japonês e apresentarei alguns trabalhos já lançados. Após a introdução os participantes vão se apresentar (caso a oficina for em forma de live), falando sobre suas experiências, referências e sonhos. Vamos falar um pouco sobre como a pandemia refletiu em nossas vidas, trabalhos e criações artísticas e em seguida apresentarei 2 técnicas para criação de roteiro. Os participantes vão receber em pdf as essas técnicas para poderem ler, acompanhar e depois utilizar. Darei exemplos de histórias mostrando como a organização e a utilização das técnicas maximiza o interesse do (leitor).

2- No segundo encontro - serão apresentadas técnicas para criação e desenvolvimento dos personagens, aprofundaremos em suas personalidades, nuances e qual será o visual de cada um. Trabalhar os personagens de maneira correta para que estes cativem ainda mais o público, deixando a história ainda mais fluída. Os alunos irão receber pdfs com listas de técnicas, apresentarei exemplos de personagens e como eles influenciam na história e em seguida os alunos criação seus próprios personagens.

3- No terceiro encontro - iremos reunir todas as informações apresentadas, enviarei novos pfds com instruções e os alunos irão iniciar a criação de suas histórias, ficarei aberto a tirar dúvidas e responder perguntas. 4- no quarto e último encontro - os participantes chegarão ao ápice da nossa atividade, cada um irá contar sua história. (o tempo será dividido de maneira igual para que todos tenham o mesmo tempo). Após todos apresentarem seus roteiros faremos um debate para falar dos roteiros, de como a experiência da oficina repercutiu em cada um, e responderei mais perguntas se houverem.

EXTRA - se os alunos se interessarem, farei um encontro extra e contarei algumas histórias curtas, essa contação de histórias tem como intuito apresentar técnicas para capturar a atenção e a curiosidade do leitor/público. Como desenvolver e amarra tramas e personagens e como organizar isso tudo. Terminaremos como uma despedida e cada um deixara uma mensagem para o FIM DO MUNDO.


Currículo do artista/grupo: Começou sua carreira em 2001 vendendo fanzines em eventos pelo Brasil, após sentir que essa era sua real paixão, passou a desenvolver incansavelmente histórias e personagens. No final do ano passado, lançou de maneira independente RHAZEN, um mangá que acabou chamando a atenção de editoras japonesas e Fernando Huega foi ao Japão em meio a pandemia, uma aventura de 3 meses passando por 12 das maiores editoras da terra do sol nascente.

Programação completa

De 29 de março a 4 de abril o público acompanhará mais de 79 atividades culturais de todas as vertentes em um dos maiores festivais online do Estado.

Seguindo o plano de contingência do Estado de São Paulo e todas as normas dos Decretos Municipal e Estadual, a Cia. Apocalíptica inicia nesta segunda-feira, dia 29, a programação do FestFIM – Festival de Artes do Fim do Mundo.

Com alcance internacional já em sua segunda edição, o público terá acesso às apresentações de forma gratuita até o dia 4 de abril através do site da Cia. Apocalíptica (www.ciaapocaliptica.com/) e as mídias sociais YouTube, Facebook e Instagram (@cia.apocaliptica).

“Nessa altura da crise todo mundo já sabe que os artistas serão os últimos a voltar a trabalhar normalmente, mas a diversidade e o tamanho da programação do FestFIM só prova a resiliência e a capacidade de adaptação destes trabalhadores, poder trocar experiências com eles e mostrar seus trabalhos para o nosso público nos dá um alento nestes tempos mais sombrios com o fim do mundo espreitando na esquina”, diz Lawrence Garcia, diretor da Cia. Apocalíptica e do Festival.

O FestFIM contará com 130 horas de programação gratuita, 79 atividades entre Gravações, Atividades Formativas, “Lives”, Estreias, apresentado mais de 15 vertentes artísticas, de 14 cidades diferentes do Estado de São Paulo e de cinco continentes do mundo, proporcionando ao público uma verdadeira maratona cultural.

“Com a primeira edição do FestFIM queríamos mostrar pro mundo a qualidade do artista rio-pretense agora mostramos para a o público rio-pretense a qualidade dos trabalhos desenvolvidos nos quatro cantos do mundo. Com o festival movimentaremos e geraremos renda para mais de 200 artistas o que nos enche de orgulho, principalmente num momento de crise global das artes presenciais”, complementa Lawrence.

Durante o período de inscrições, que aconteceu em janeiro deste ano, o Festival teve 670 projetos inscritos, se consolidando como um dos maiores festivais de artes integradas online do Brasil.



Internacional

Neste ano, o FestFIM foi contemplado pela Lei Aldir Blanc Estadual e o destaque são as apresentações internacionais que elevou o patamar e abrangência do Festival. No total, são nove espetáculos: “5 pesos”, do grupo Un colectivo con un manojo de artistas dan otra vuelta al teatro (Argentina); SEELUFT, da bailarina Andressa Miyazato (Áustria); Casados e Cansados, com o grupo Enigma Teatro (Angola), "Akllasumaq: la elegida por sua belleza", do grupo La Otra Vuelta Teatro (Argentina); Mar Me Quer do Fiti – Teatro de Inverno (Moçambique); “San Román", da Escuela de Arte y Talentos (Bolívia); BLADIMIR, com Gabriela Céspedes (Argentina); Oskar - A Integração pela Diferença, com Joana Nogueira (Portugal); e Humans in Shanghai (China).

Estreias

Uma das categorias mais esperadas do FestFIM são as estreias, pois toda nova edição os grupos e artistas se preparam para desenvolver apresentações que tenham a temática “Arte do Fim do Mundo”. Os espetáculos selecionados foram: A minha casa é do HIP HOP, do Coletivo Nós por Nós; O Céu que Cai Sobre a Terra, do O Bardo; De Passagem ou Que Ano Louco 2020, do Pandêmica Coletivo Temporário de Criação.

Na categoria “solo” foram aprovados: Com quantos "ismos" uma mulher escreve Brasil, da Cia Poleiro dos Anjos; O nome das coisas, do Coletivo sem Nome; Versos de Quarentena ou o Sarau do Fim do Mundo, de Duo Passarim; e Fim da Infância, da Em Cena Ser.

Lives

A categoria “Lives” também foi separada em “grupos” e “solos”. Seis grupos apresentarão os espetáculos: Viola Caipira e Berimbau da Capoeira - Cantigas de Viola e de Capoeira, do Carlos Henrique Violeiro; CantaVento 20 anos!, do grupo CantaVento; Daimonia, do Barracão Teatro; IllusiOnLine - Mágica Virtual, da Cia. TecnoMágicas; e Percutería Flamenca, dos artistas Flávia Piquera e Kauê de Oliveira.

Na categoria “Solo”, estão as perfomances: Vaca, do Al Borde; Manifesto Preto, do Du Kiddy Artivista; e Denegrindo Saberes, da artista Mana Bella.

Atividades Formativas

Um dos pilares do FestFIM é a categoria “Atividades Formativas” que neste ano conta com 15 projetos gratuitos e abertos ao público. São eles: “A Palavra na boca do Ator”, com Juliana Calligaris; “Como iniciar a produção de projetos culturais?” Com Cassiane Tomilhero; “Poéticas para adiar o fim do mundo” com Jesser de Souza; “Fotografia com Arte para celular” com Jonas Golfeto, da Aleph Cinema; “Projeto Valor – Outras Operações”, com Laura Salerno e Clarissa Sacchelli; “Processo de Criação de Performances em vídeo”, com Amanda Stahl; Oficina: “Drag Acrobática Circense” – com Daniela Peixoto de Barros, Cia. Circo Soul; “Tirinhas no Clip STUDIO Paint”, com Wesley Sebastião Estáci, da Capivara LABS; “Oficina de Malabarismo com Objetos Cotidianos”, com Painé Santamaria; “O teatro Negro em São Paulo – Dramaturgia e Memória”, com Jessica Nasciment; “Literatura Infantil: um diálogo entre os livros e as infâncias”, com Rodrigo Azevedo e Vanessa Sanches, da Sutileza Poética; Projeto: “Harmonia Abstrata”, por Edson Raposeiro; “Grafias da expressão física: Uma abordagem virtual”, com Vinicius Francês; Projeto:”Filosofia, Política e Arte”, com Shybaka Melo, do Grupo Jabá com Jaca; e as oficinas “Criação de Roteiros para o Fim do Mundo”, com Fernando Huega.

Almoço do fim do mundo

Com o intuito de fortalecer a troca de informação e diálogo, a Cia. Apocalíptica realiza dentro da programação do FestFIM o “Almoço do Fim do Mundo”. A cada dia, sempre às 12h30, o público poderá participar e interagir de um bate-papo, em uma “mesa virtual," composta sempre por dois convidados de renome nacional no mundo das artes e afins. Neste evento diário, serão discutidas diversas temáticas e o público poderá interagir com perguntas enviadas pelas redes sociais Youtube e Facebook da Cia. Apocaliptica, onde serão transmitidos os bate-papos.

Peças Apocalípticas

E é claro que a própria Cia. Apocalíptica não pode ficar de fora da programação do FestFIM, e com isso, eles apresentarão peças já gravadas que fazem parte do repertório da companhia, que se faz presente no cronograma cultural de São José do Rio Preto e região desde que iniciou suas atividades em 2013.

O público conferirão as peças: “Cuidado com a Cuca”, “O Homem do Principio ao Fim”, “Ab Urbe Condita” e “A Mochila Amarela”.

Estreias

6 obras inéditas, com a temática “Arte no Fim do Mundo”, que estrearão no festival e posteriormente comporão os repertórios das companhias.



Confira a programação completa:

Dia 29

Das 10h às 12h - A Palavra na Boca da Atriz e do Ator (Atividade Formativa), com Juliana Calligaris
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 14h às 16h30 - Como Iniciar a Produção de Projetos Culturais (Atividade Formativa), com Cassiane Tomilhero
Das 16h30 às 18h30 - Criação de Roteiros para o Fim do Mundo (Atividades Formativas) com Fernando Huega
Das 17h às 18h - Os Outros reservas (Gravações) Com Cia Aliteatro
Das 20h às 21h - SEELUFT (Internacional) Com Andressa Miyazato
Das 21h às 22h - A minha casa é do HIP HOP (Estreia/ Grupo) com Coletivo Nós por Nós

Dia 30

Das 09h às 10h - Workshop Online de Fotografia como Arte para Celular (Atividades Formativas) com Jonas Golfeto
Das 10h às 12h - Processos de Criação de Performances em Vídeo (Atividades Formativas), com Amanda Stahl
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 13h30 às 16h30 - Oficina de Malabarismo com Objetos Cotidianos (Atividades Formativas) com Painé Santamaria
Das 14h às 16h30 - Como Iniciar a Produção de Projetos Culturais (Atividade Formativa), com Cassiane Tomilhero
Das 16h30 às 18h30 - Criação de Roteiros para o Fim do Mundo (Atividades Formativas) com Fernando Huega
Das 17h às 18h - Bladimir (Internacional) Com Gabriela Céspedes
Às 17h – Um mundo de contos e segredos (Gravação) Cia Apocalíptica
Das 18h às 19h - Com quantos "ismos " uma mulher escreve Brasil? (Estreia/ Solo) com Cia Poleiro dos Anjos
Das 19h às 20h - O Poste (Live/ Grupo) Com Daniel Salvi
Das 20h às 21h - 5 Pesos (Internacional) Com Un colectivo con un manojo de artistas dan otra vuelta al teatro
Das 21h às 22h - O nome das coisas (Estreia/ Solo) com Coletivo sem Nome 22h – O Homem do Fim do Mundo (Gravação) - Cia. Apocalíptica

Dia 31

Das 09h às 10h - Workshop Online de Fotografia como Arte para Celular (Atividades Formativas) com Jonas Golfeto
Das 10h às 12h - A Palavra na Boca da Atriz e do Ator (Atividade Formativa), com Juliana Calligaris
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 15h às 16h30 - Projeto Valor: Outras Operações (Atividades Formativas), com Clarissa Sacchelli e Laura Salerno
Das 16h30 às 18h30 - Criação de Roteiros para o Fim do Mundo (Atividades Formativas) com Fernando Huega
Às 17h – Cuidado com a Cuca (Gravação) Cia. Apocalíptica
Das 19h às 20h - Manifesto Preto (Live/ Solo) Com Du Kiddy Artivista
Das 20h às 21h - Casados e Cansados (Internacional) Com Enigma Teatro
Das 21h às 22h - O Fim da Infância (Estreia/ Solo) Em Cena Ser

Dia 1

Das 09h às 10h - Workshop Online de Fotografia como Arte para Celular (Atividades Formativas) com Jonas Golfeto
Das 10h às 12h - A Palavra na Boca da Atriz e do Ator (Atividade Formativa), com Juliana Calligaris
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 15h às 16h30 - Projeto Valor: Outras Operações (Atividades Formativas), com Clarissa Sacchelli e Laura Salerno
Das 16h30 às 18h30 - Criação de Roteiros para o Fim do Mundo (Atividades Formativas) com Fernando Huega
Das 17h às 18h - E a Casa Caiu! (Gravações) Com Daiane Baumgartner
Das 17h30 às 19h - Filosofía, Política e Arte (Atividades Formativas), com Jabá com Jaca
Ás 19h - Oskar - A Integração pela Diferença - Joana Nogueira (Portugal)
Das 20 às 21h - Akllasumaq: le elegida por su belleza (Internacional) Com Otra Vuelta Teatro
Das 21h às 22h - O Céu que Cai Sobre a Terra (Estreia/ Grupo) com O Bardo
Às 22h – Ab Urbe Condita (Gravação) Cia. Apocalíptica

Dia 2

Das 09h às 10h - Workshop Online de Fotografia como Arte para Celular (Atividades Formativas) com Jonas Golfeto
Das 10h às 12h - Processos de Criação de Performances em Vídeo (Atividades Formativas), com Amanda Stahl
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 14h às 17h - Oficina Drag Acrobática Circense (Atividades Formativas) com Dani Barros da Cia. Circo Soul
Das 14h às 17h - Literatura Infantil: Um Diálogo Entre os Livros e as Infâncias (Atividades Formativas) com Sutilezas Poéticas
Das 17h às 18h - CantaVento 20 anos! (Live/ Grupo) Com CantaVento
Das 19h às 20h - Daimonia (Live/ Grupo) Com Barracão Teatro
Das 20h às 21h - San Román (Internacional) Com Escuela de Arte y Talentos
Das 21h às 22h - De Passagem ou Que Ano Louco 2020 (Estreia/ Grupo) com Pandêmica Coletivo Temporário de Criação

Dia 3

Das 09h às 10h - Workshop Online de Fotografia como Arte para Celular (Atividades Formativas) com Jonas Golfeto
Das 10h às 12h - Grafias da Expressão Física: Uma Abordagem Virtual (Atividades Formativas), com Vinicius Francês
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 13h30 às 14h - Denegrindo Saberes (Live/ Solo) Com Mana Bella
Das 15h às 17h - Oficina de Tirinhas no Clip STUDIO Paint (Atividades Formativas) com Wesley Estácio do Capivara LABS
Às 17h – A Mochila Amarela (Gravação) Cia. Apocalíptica
Das 19h às 20h - Percutería Flamenca (Live/ Grupo) Com Flávia Piquera e Kauê de Oliveira
Das 20h às 21h - Mar me Quer (Internacional) Com FITI - Teatro de Inverno
Das 21h às 22h - Versos de Quarentena ou o Sarau do Fim do Mundo (Estreia/ Solo) com Duo Passarim
Das 22h às 23h - Vaca (Live/ Solo) Com Al Borde

Dia 4

Das 09h às 10h - Workshop Online de Fotografia como Arte para Celular (Atividades Formativas) com Jonas Golfeto
Das 10h às 12h - O Teatro Negro em São Paulo - Dramaturgía e Memória (Atividades Formativas) com Jéssica Nascimento
Das 12h30 às 13h30 – Almoço do Fim do Mundo com Cia. Apocalíptica
Das 13h30 às 14h - Viola Caipira e Berimbau da Capoeira - Cantigas de Viola e de Capoeira (Live/ Grupo) Com Caipirapoeira
Das 15h às 16h30 - Harmonia Abstrata (Atividades Formativas), com Edson Raposeiro
Das 17h às 18h - Um Golinho Só (Gravações) Com Cia Cornucópia de Teatro
Das 19h às 20h - Força Fluida (Gravações) Com Companhia de Danças de Diadema
Ás 20h - Humans in Shanghai (China)
Das 21h às 22h - IllusiOnLine - Mágica Virtual (Live/ Grupo) Com Cia. TecnoMágicas



Sobre o Festival

O FestFIM é um festival internacional de artes integradas, não-competitivas, totalmente online e direcionado exclusivamente para a apresentações de trabalhos de artistas paulistas. Tem a realização da Cia. Apocalíptica e teve sua primeira edição, realizada em 2020, recebendo cerca de 90 inscrições.

Neste ano o FestFIM recebeu 676 inscrições de 83 cidades diferentes, se consolidando como o maior festival online de artes integradas do estado de São Paulo. O festival foi um dos ganhadores da Lei Aldir Blanc Estadual e acontece a partir do dia 29 março com 31 projetos, 130 horas de atividades, promovendo uma verdadeira maratona cultural online.